02/10/2026 | Jomar
Para escolher uniformes profissionais para indústria e equipes operacionais, avalie resistência do tecido, conforto, modelagem, atividade, frequência de lavagem e qualidade da construção da peça.
O uniforme precisa acompanhar a rotina do funcionário.
O brim é bastante utilizado em calças e outras peças operacionais que exigem estrutura e resistência. Entretanto, composição e gramatura devem ser avaliadas conforme a atividade.
Um erro comum é acreditar que quanto mais grosso for o tecido, melhor será o uniforme.
Resistência precisa ser equilibrada com conforto e mobilidade. Funcionários que realizam movimentos constantes durante toda a jornada precisam de peças adequadas à rotina.
Na calça profissional, por exemplo, devem ser avaliados tecido, modelagem, cós, costuras, quantidade e posição dos bolsos, mobilidade e acabamento.
As costuras também são importantes. Um tecido resistente não garante sozinho a durabilidade da peça se a construção não acompanhar a intensidade de utilização.
Camisetas, polos, calças, jalecos, jaquetas e conjuntos podem ser combinados conforme cada departamento.
Produção, manutenção, logística, supervisão e administrativo não precisam necessariamente utilizar exatamente o mesmo uniforme.
Também é importante diferenciar uniforme profissional de EPI. Equipamentos de Proteção Individual possuem finalidade específica de proteção contra riscos ocupacionais. Quando houver riscos específicos, requisitos técnicos e de segurança precisam ser analisados separadamente.
Para equipes maiores, planeje também quantidade por funcionário, grade de tamanhos e futuras reposições.
A Jomar Uniformização, em Guarulhos, trabalha com fabricação própria de diferentes peças profissionais, incluindo corte, costura e bordado, além de silk e DTF.
Os projetos personalizados são realizados a partir de 30 peças.
Um bom uniforme operacional deve encontrar equilíbrio entre resistência, conforto, funcionalidade, padronização e custo-benefício.